sábado, 30 de junho de 2012

CINE PAPAI APRESENTA



Olá pessoas. Como estão? Espero que todos estejam em caminhos emocionantes. Hoje estreia um novo quadro aqui no Pscicodelia. O Cine Papai Apresenta é um quadro onde vou mostrar filmes de todos os tipos, tanto antigos como lançamentos.
A ideia para esse quadro me veio depois de um fim de semana comum. Quase todo fim de semana meu pai e eu assistimos filmes na parede da cozinha com um projetor. Meu pai tem um excelente gosto para filmes. Todos os filmes que vou postar aqui me foram indicados por ele.
Quero dedicar esse quadro a meu pai! 

Bom, vou começar com um dos meus filmes preferidos dentre os que vi com meu pai.
Talvez a maioria de vocês nunca tenham ouvido falar sobre Trinity. Pois bem, Trinity é um personagem de um filme de faroeste Italiano. Nunca tinha assistido filmes de faroeste. Mas depois de Trinity, virou vício.

Trinity (como é conhecido no Brasil) ou Trinitá (como é conhecido em Portugal) é um personagem do Velho Oeste que apareceu em filmes italianos (chamados de western spaghetti).
Ele surgiu em 1970, no filme They Call Me Trinity (original em italiano, Lo chiamavano Trinità). É também conhecido como My Name is Trinity (de onde veio seu nome mais conhecido no Brasil, Meu nome é Trinity). O ator que o interpreta é Terence Hill, um italiano loiro que possui imensos olhos azuis.
No filme de 1970 fica se sabendo o apelido de Trinity ("A mão direita do Diabo"), devido a sua fama de um dos pistoleiros mais rápidos do Oeste. Seu irmão é o corpulento Bambino (interpretado por Bud Spencer), conhecido como "a mão esquerda do Diabo", pelo mesmo motivo. Apesar de bons do gatilho, eles não dispensam uma boa luta de socos, no qual Bambino se mostra invencível.
Os irmãos vivem à margem da lei, mas (principalmente Trinity) possuem um código de honra que os leva a sempre ajudarem os indefesos e a salvarem as belas donzelas que encontram pelo caminho. Surgido em pleno auge da contra-cultura, Trinity se apresenta como um típico hippie vagabundo, vestindo roupas rasgadas e coberto de poeira do deserto dos pé à cabeça. Para as longas travessias pelo Oeste, ele usa uma "cama índia" (espécie de padiola), puxada pelo seu obediente cavalo.
Devido ao sucesso do filme de 1970, foi feita uma sequência, Trinity ainda é meu nome de 1971. No Brasil o personagem virou mania, sendo que quase todos os filmes da dupla Bud Spencer & Terence Hill foram lançados nos cinemas do país com Trinity incluído no título em português. E mesmo muitos dos western spaghetti de baixa qualidade do início dos anos 70, também foram objeto dessa fraude, mesmo que a dupla de atores original não aparecesse no filme.

Trinity tem uma pegada meio comédia. Uma das minhas cenas preferidas é uma em que Trinity e Bambino então em um bar e eles arrumam confusão com o pistoleiro mais temido da cidade onde se encontram por causa de um jogo de cartas. 





Uma curiosidade sobre esse filme é que, em uma cena onde Trinity e Banbino estão comendo em um restaurante chique mas eles são muito sem modos. A curiosidade é que essa cena não foi escrito, Terence Hill e Bud Spencer criaram-na no set. 



Pois bem pessoas, espero que tenham gostado e que continuem visitando o Pscicodelia. Abraço e que o caminho de vocês seja percorrido com coragem e bondade. 


sexta-feira, 29 de junho de 2012

PSCICODELIZANDO A MENTE





O que é uma lagrima?
Alguns dirão que é uma resposta do corpo quando nos rendemos a fraqueza da alma.
Outros dirão que são palavras que encontraram uma maneira mais segura de sair para que não magoassem?


O que é ser fraco?
É entregar-se ao sentimento ou enclausura-lo dentro de si mesmo?


O que é errar?
É pegar um caminho no qual você sentirá a dor porem as pessoas a sua volta estarão felizes ou ignorar o sentimento do outro e pensar apenas em você? Isso seria egoismo ou piedade de si mesmo?


O que é ser forte?
É enfrentar seu medo ou ignora-lo? É enfrentar o caminho tortuoso ou traçar uma linha reta?


Mário Quintana disse uma vez em um de seus poemas que a função de um poeta é dar perguntas a seus leitores para que eles possam pensar, e não pensar por eles.
Não sou poeta.
Sou uma mera caminhante que apesar de chorar, de errar, de ter fraquezas procura ser forte, erra até acertar e chora para ver se isso leva a algum lugar.
Assim como Quintana, passo a vocês essas perguntas e lhes digo que não tenham medo de errar, chorar ou ser fraco, pois só caindo conseguimos levantar. 



Brenda S.